segunda-feira, 26 de agosto de 2013
DIREITO DA CRIANÇA
“...a criança vai dirigir-se à Escola, não porque tem de fazer um exame para obedecer a uma lei geral do país – escolaridade obrigatória. (...)
ela irá à escola (...) para aprender aquilo que corresponde à sua vocação íntima (...).
É por esse caminho que se vai ter que ir e toda a gente está interessada no desenvolvimento psicológico, no desenvolvimento dos homens, para eles cumprirem aquilo para que têm vocação que é serem artistas e criadores.
Agostinho da Silva
sexta-feira, 9 de agosto de 2013
quinta-feira, 8 de agosto de 2013
XERÉM
(A servir como entrada)
300g de marisco variado (berbigão,
mexilhão, ameijoa, lula, camarão,
etc.) 1 cubo de caldo de marisco Knorr (facultativo)
1,5 litro de água 250g de xerém (farinha de milho grossa)
"CHAMA-SE CAROLO "1dl de bom azeite 6 a 8 dentes de alho Coentros
2 ovos cozidos ¼ de pimento vermelho cru,
cortado às tirinhas sal qb piripiri facultativo
Coza o marisco, remova as cascas e reserve.
Aloure o alho fatiado no azeite
com uma pequena porção de coentro picado
e uma malagueta de piripiri. Retire do lume
e junte a água da cozedura. Com a água morna~
e, de novo, ao lume, adicionar a farinha de milho,
pouco a pouco, mexendo sempre (durante cerca de 15 a 20 minutos)
até engrossar. Ter à mão água quente
para juntar no caso de a confecção engrossar demasiado.
Um ou dois minutos antes de retirar do lume,
juntar mais uma boa porção de coentro picado,
as tirinhas de pimento vermelho e o marisco cozido.
Servir quente, enfeitado com azeitonas pretas e ovo cozido
cortado aos gomos.
Nota – Xerém ou xarém é o nome que se dá ao milho moído grosso, de modo a ficar com o aspecto da sêmola.
sábado, 3 de agosto de 2013
FADO A NOSSA SENHORA
Perguntei a uma velhinha
se já tinha amado alguem
e a velhinha respondeu
-Amei, como uma rainha
e sofri como ninguém.
ninguém amou como eu.
Depois sentei-me com ela
nos degraus duma capela
e ela prosseguiu então
-Se amares alguém, tem cuidado
que amar pode ser pecado.
ou talvez a redenção.
O amor é uma miragem
pode aparecer-te num pagem
ou transformar-se em algoz
Pode aparecer-te em pastor
ou ser Deus Nosso Senhor
que morreu por todos nós.
Depois de me aconselha.
a velhinha, coitadinha,
despediu-se e foi-se embora
E eu tenho estado a apensar
se aquela linda velhinha
seria Nossa Senhora!
E eu tenho estado a apensar
se aquela linda velhinha
seria Nossa Senhora!
domingo, 28 de julho de 2013
PAULO PORTAS
Agora que parece que o teremos irrevogavelmente de regresso como vice-primeiro-ministro, creio que vale a pena ouvir esta entrevista com Paulo Portas há uns vinte anos atrás, ainda com umas modulações abichanadas no discurso, a fazerem lembrar as (influências?) de Miguel Esteves Cardoso. Mas com algumas declarações bem interessantes, a começar pelo probably inicial a provocar o trocadilho do título que escolhi, um interesse que apenas aumenta quando confrontamos essas declarações com aquilo que hoje sabemos que o futuro lhe reservava a ele e a alguns daqueles que comenta. Paulo Portas já foi aquilo que ali se descreve mas também já o vimos a ser muitas outras coisas, não é em vão que o ouvimos confessar como gosta do lado táctico da política ao mesmo tempo que se apressa a acrescentar que gosta do lado essencial da política. O que ele não diz, mas acrescento eu, fundado na observação de todos estes anos é que, quando os dois lados se antagonizam, ele prefere sempre o primeiro lado...
Mas a verdade é que a história deste nosso regime não se virá a fazer das convicções essenciais dos seus protagonistas, antes dos seus tacticismos. E aí, como alguém me observou recentemente, Paulo Portas, como um dos mais habilidosos manipuladores da comunicação social, poderá ser o sonho daqueles que se dispuserem a escrever futuramente a sua biografia lá para meados do Século XXI, uma biografia que será certamente recheada. Actualmente com 51 anos, Portas já tem um passado de notoriedade que é quase metade disso em duração, desde os seus tempos do jornal Independente e, previsivelmente, ainda terá outro tanto para o futuro: apesar do ridículo, haverá um certo consenso que este episódio da recente demissão irrevogável arrisca-se a ser apenas mais uma nota pitoresca numa biografia política já agora recheada de várias notas necrológicas à Mark Twain… Mas haverá quem consiga antecipar o que é que ele poderá dizer numa entrevista daqui por 25 anos?...
Fonte:Blogue do Aecio
quinta-feira, 25 de julho de 2013
FIGUEIRA DA FOZ
Comparando a Figueira de há umas dezenas de anos atrás com a Figueira de hoje.
A Figueira de hoje está diferente (quem é que não está?) mas não está mais triste.
Quando a Maria Clara cantou que a Figueira era a rainha, estava o Algarve por descobrir. Descoberto o Algarve, a corrente de veraneio virou-se, naturalmente, para lá.
Foi mau para a Figueira? Penso que foi bom.
A Figueira adormeceu até à década de 70 à sombra da praia. Entre Aveiro e Leiria, onde a iniciativa industrial preponderou, a Figueira ficou-se nas covas da areia.
Dito isto, não nego que continuo a recordar as ondas espraiarem-se até às muralhas do Forte de Santa Catarina onde agora se lembraram de colocar cimento e no cimento montar um espelho de água insossa. Mas o que mais me dói e revolta é o abandono da Serra da Boa Viagem à praga das acácias depois do incêndio que devastou o pinhal. Não me apoquenta a total desfiguração exterior do Casino e do "Pátio das Galinhas", mas considero de muito mau gosto o edifício enorme, ainda em acabamentos, ao fundo da Ponte Galante.
A praia, ameaçada pela concorrência do Sul, ficou ainda menos atractiva com o imenso areal retido pelos pontões. Não se pode ter tudo e a Figueira de ontem, tinha muito pouco, tendo apenas a praia, para poder crescer.
Sem os pontões, naufragaram muitas embarcações à entrada da barra. Sem o encaixe do rio e o prolongamento dos pontões, o porto não teria a actividade que tem.
A Figueira, de onde saí muito jovem porque, ficando lá, o futuro era mais incerto, não é hoje mais triste, muito pelo contrário, que naqueles tempos.
Fonte:Blogue Quarta Republica
quarta-feira, 24 de julho de 2013
CRIANÇAS
De 3 a 6 meses – Nesta fase o tronco da criança está firme. Você já pode coloca-lá sentada na cama ou no seu colo, sempre apoiando as suas costas. Isto ajudará no desenvolvimento da musculatura.
De 6 a 9 meses – Tire a criança da cadeirinha e a deixe no chão para que possa começar a gatinhar. Coloque os brinquedos fora do seu alcance para que possa ir pegar.
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