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sábado, 3 de março de 2018
domingo, 5 de outubro de 2014
RELACIONAMENTOS
Diana Gaspar Duarte
As relações têm de ser estimadas todos os dias. Com atenção. Com olhares. Com afecto. Com calor. Com cumplicidade. Com um bom dia. Com um boa noite. Com beijos. Com abraços. Com diálogo: Como correu o teu dia? Como te sentes? Como estás? As relações precisam de ser cuidadas todos os dias como se de uma vida se tratasse, porque no fundo, as relações são feitas de vidas com necessidades e desafios próprios. Ouço algumas vezes dizer que os momentos marcantes das relações são as viagens, as férias, os momentos de entusiasmo com amigos, as saídas, os jantares e outro tipo de eventos festivos e de lazer. Estou certa, que todos estes momentos trazem e dão lufadas de ar fresco aos casais e às famílias. No entanto, talvez sejam as rotinas e a forma como é vivido o dia-a-dia que marcam as relação de forma determinante. Que pautam a sua qualidade. Que alimentam o amor e a união de todos. São as partilhas de dificuldades, os momentos de tensão, os dias de cansaço, os dias difíceis que vão ditar a vida de cada vida da relação. As relações precisam de um projecto em comum, de respeito, de liberdade, de calor e acima de tudo de serem alimentadas todos os dias nas rotinas e nas dificuldades. Estar numa relação é aprender a negociar vontades, é aprender a ouvir, é aprender a ceder e acima de tudo incrementar a criatividade suficiente para fazer diferente todos os dias, nos dias que parecem todos iguais.
Diana
As relações têm de ser estimadas todos os dias. Com atenção. Com olhares. Com afecto. Com calor. Com cumplicidade. Com um bom dia. Com um boa noite. Com beijos. Com abraços. Com diálogo: Como correu o teu dia? Como te sentes? Como estás? As relações precisam de ser cuidadas todos os dias como se de uma vida se tratasse, porque no fundo, as relações são feitas de vidas com necessidades e desafios próprios. Ouço algumas vezes dizer que os momentos marcantes das relações são as viagens, as férias, os momentos de entusiasmo com amigos, as saídas, os jantares e outro tipo de eventos festivos e de lazer. Estou certa, que todos estes momentos trazem e dão lufadas de ar fresco aos casais e às famílias. No entanto, talvez sejam as rotinas e a forma como é vivido o dia-a-dia que marcam as relação de forma determinante. Que pautam a sua qualidade. Que alimentam o amor e a união de todos. São as partilhas de dificuldades, os momentos de tensão, os dias de cansaço, os dias difíceis que vão ditar a vida de cada vida da relação. As relações precisam de um projecto em comum, de respeito, de liberdade, de calor e acima de tudo de serem alimentadas todos os dias nas rotinas e nas dificuldades. Estar numa relação é aprender a negociar vontades, é aprender a ouvir, é aprender a ceder e acima de tudo incrementar a criatividade suficiente para fazer diferente todos os dias, nos dias que parecem todos iguais.
Diana
segunda-feira, 26 de agosto de 2013
DIREITO DA CRIANÇA
“...a criança vai dirigir-se à Escola, não porque tem de fazer um exame para obedecer a uma lei geral do país – escolaridade obrigatória. (...)
ela irá à escola (...) para aprender aquilo que corresponde à sua vocação íntima (...).
É por esse caminho que se vai ter que ir e toda a gente está interessada no desenvolvimento psicológico, no desenvolvimento dos homens, para eles cumprirem aquilo para que têm vocação que é serem artistas e criadores.
Agostinho da Silva
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