Conhecimentos e atitudes – “(.…) No mundo tão complexo em que vivemos, o que importa é que os jovens portugueses sejam preparados numa perspectiva integrada em que os conhecimentos são muito relevantes, mas em que as atitudes e os comportamentos de cada um no tocante ao pensamento autónomo, responsabilidade, liderança e espírito de iniciativa são tão relevantes quanto os saberes e conhecimentos científicos. (…)”
Valores – “(…) Portugal precisa de políticas claras, estáveis e de longo prazo em matéria de educação. A crise e as dificuldades financeiras não devem retirar-nos a capacidade para enfrentar os problemas da educação além dos aspectos meramente quantitativos que resultam dos cortes orçamentais. Famílias, pais, professores, directores das escolas, estudantes precisam de estímulos e de acreditar que só através do estudo, do trabalho e do esforço seremos capazes de vencer a crise e sair da angústia em que o país vive mergulhado. (…)”
Outros rumos – “(…) Portugal sairá da crise, recusando a mediocridade e dando à educação, à cultura e à ciência a prioridade que exigem. O país está cansado dos discursos sem consistência que nos debilitam e nos tiram a esperança. Ninguém pode viver sem esperança e sem ânimo para o dia de amanhã.”
quinta-feira, 28 de março de 2013
sexta-feira, 15 de março de 2013
Papa Francisco
O novo Papa tem 76 anos. Filho de imigrantes italianos, nasceu em Buenos Aires. Além da sua nacionalidade, argentina, a sua idade constitui outra surpresa. Depois de Bento XVI, esperava-se um Sumo Pontífice mais novo. E de saúde mais robusta. mas adolescente, Bergoglio contraiu uma doença respiratória infecciosa e desde os 20 anos que vive só com um pulmão.
Técnico em química, foi mais tarde que escolheu o sacerdócio.
Foi aos 21 anos, quando entrou para a Companhia de Jesus. Como estudos escolheu Humanidades e obteve uma Licenciatura em filosofia.
Foi aos 21 anos, quando entrou para a Companhia de Jesus. Como estudos escolheu Humanidades e obteve uma Licenciatura em filosofia.
É a primeira vez que um jesuíta se torna Papa, isto apesar da Companhia de Jesus ser uma das três mais importantes organizações dentro da Igreja Católica Romana.
Ordenado padre em 1969, quando completa 36 anos, em 1973 torna-se primado da Argentina. Ou seja, o responsável nacional dos jesuítas do país. Três anos depois começa a ditadura na Argentina. Um período qur traz algum desconforto a Bergoglio.
Fonte: Net
sexta-feira, 8 de março de 2013
DIA INTERNACIONAL DA MULHER
O Dia da Mulher ficou para história depois de uma greve inédita organizada, em Março de 1857, por centenas de operárias de uma fábrica, em Nova Iorque (EUA), para reivindicar melhores condições de trabalho. Aquelas mulheres exigiam, por exemplo, a redução na carga diária de trabalho para dez horas (as fábricas exigiam 16 horas diárias), equiparação de salários com os homens (as mulheres chegavam a receber um terço do salário de um homem) e tratamento digno dentro do ambiente de trabalho. Muita coisa mudou entretanto, mas os dados da Comissão Europeia revelam que, em Portugal, as mulheres ainda têm de trabalhar mais 65 dias do que os homens, para terem o mesmo ordenado, já que ganham em média menos 18%. Nos eventos nacionais, será lembrada a presença residual de
sábado, 2 de março de 2013
UM DESEJO PARA 2013:
“Tenta viver em contínua vertigem apaixonada; só os apaixonados levam a cabo obras verdadeiramente duradouras e fecundas.”
(Miguel de Unamuno)
SIMPLICIDADE
"Jesus, ainda menino, ensinava àqueles eruditos, àqueles doutores da lei, de linguagem rebuscada, que não entravam e não deixavam ninguém entrar no Reino dos Céus; e Jesus dizia que para entrar no Paraíso era preciso ter a simplicidade dos lírios, a confiança dos pássaros, a pureza das crianças; quanto mais sábia é uma pessoa mais simples se torna a sua linguagem". OSHO
terça-feira, 19 de fevereiro de 2013
ALUNA DO 8ºANO DE ESCOLARIDADE
“(…) Há dias em que me apetece desaparecer, porque as pessoas não percebem que o nosso país vai de mal a pior e se ninguém contribuir para um mundo melhor isto vai ficar mesmo mal, até chegar ao ponto de não existirem crianças no nosso país, mas espero que isto melhore e que fique tudo bem.
Sempre quis ser professora, mas isto está muito complicado cá em Portugal. Por isso, penso sair do país, um dia mais tarde. Todas as pessoas dizem que isto vai melhorar, e eu espero bem que sim, mas de certa forma tenho medo de ficar em Portugal e não ter uma vida digna.”
FONTE:BLOGER NESTA HORA
sexta-feira, 1 de fevereiro de 2013
ENTREVISTA DE RAMALHO EANES
Uma entrevista de saber, de ponderação, de responsabilidade. Uma análise que não cala nem omite. Ramalho Eanes em entrevista com Cristina Figueiredo, José Pedro Castanheira e Ricardo Costa, no Expresso de hoje, em duas páginas. A ler. Deixo alguns destaques.
Consenso e futuro – «Na prática, os partidos têm privilegiado as áreas de divergência, de combate e diferenciação, esquecendo as outras. Um país que carece de alterações profundas deve procurar, em determinadas questões essenciais, a concertação e o consenso. E a partir daí estabelecer os seus próprios planos de reforma – o que é completamente diferente de ter de efectuar apressadamente as reformas impostas. Além disso, a interacção dos partidos com a sociedade civil tem sido incorrecta – mas isso também é da responsabilidade da sociedade civil. (…)»
Percursos – «(…) A Expo98 foi um sucesso. Mas seria necessário gastar o que se gastou? Duvido! E os estádios de futebol – para quê? E há aquilo que se devia ter feito e não fez: a ligação de Sines a Espanha e, possivelmente, do Porto à Galiza. (…)»
Reformar o país – «(…) Nunca se faz uma reforma contra os indivíduos que vão dar-lhe realização E nunca se faz uma reforma contra o país. Só se faz uma reforma utilizando um método capaz. (…) Quando o estudo é feito por um grupo que a sociedade civil reconhece e que tem competência e isenção, criam-se condições imediatas de aceitação e de discussão. (…) Não percebo que esse montante [de 4 mil milhões] ou até outro se procure através de uma reforma feita em dois meses. O estudo de uma reforma destas não demora dois meses, nem um ano – demora mais. (…)»
Cortes, desemprego e futuro – «(…) Até podem cortar ainda mais, mas mostrem-me que esses cortes têm resultados positivos. Primeiro, assegurem-me que não haverá ninguém com fome. (…) Segundo, não posso admitir que se olhe para o desemprego como se fosse uma realidade abstracta. O desemprego são desempregados! E um desempregado, sobretudo de longa duração, é um homem que, pouco a pouco, perde a sua autodignidade, perde respeito por si e pelos outros. Num jovem é muito pior: sente que lhe estão a roubar o futuro. E daqui resulta ou a desistência, a passividade, ou a evasão perversa, ou a revolta. Em muitos países as grandes revoltas foram feitas pela juventude, que não aceita que lhe roubem o futuro! (…) A pátria não é a entidade pela qual valerá a pena morrer, mas pela qual vale a pena viver – pelos filhos, pelos netos, nossos e dos outros. (…)»
FONTE:Internete,Blogue Nesta hora
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