sexta-feira, 30 de março de 2012
quarta-feira, 28 de março de 2012
Acima das Desilusões
Na vida todos nós enfrentamos desilusões.
Nos decepcionamos com amigos, parentes, e até conosco mesmo. Nos desiludimos quando vemos um sonho se transformar em pesadelo, um alvo se transformar numa miragem bem distante, um desejo desaparecer como uma neblina.
A desilusão dói, como um ferimento. Atinge a qualquer um, sem acepção.
Mas o importante é saber que novos sonhos podem ser sonhados, e que um novo dia certamente amanhecerá. Fomos criados por Deus com a incrível capacidade de nos recuperarmos. Fomos feitos com a capacidade de sair das cinzas para a glória, do nada para o tudo, da derrota para a vitória.
Como a águia, temos dentro de nós o desejo de voar grandes alturas, portanto também acima das desilusões. Cada desilusão é um convite a um novo sonho, a uma nova visão da vida. É um convite a um novo desafio, a um novo caminho...
-desconheço o autor -
Nos decepcionamos com amigos, parentes, e até conosco mesmo. Nos desiludimos quando vemos um sonho se transformar em pesadelo, um alvo se transformar numa miragem bem distante, um desejo desaparecer como uma neblina.
A desilusão dói, como um ferimento. Atinge a qualquer um, sem acepção.
Mas o importante é saber que novos sonhos podem ser sonhados, e que um novo dia certamente amanhecerá. Fomos criados por Deus com a incrível capacidade de nos recuperarmos. Fomos feitos com a capacidade de sair das cinzas para a glória, do nada para o tudo, da derrota para a vitória.
Como a águia, temos dentro de nós o desejo de voar grandes alturas, portanto também acima das desilusões. Cada desilusão é um convite a um novo sonho, a uma nova visão da vida. É um convite a um novo desafio, a um novo caminho...
-desconheço o autor -
domingo, 25 de março de 2012
ANTÓNIO CABUCCHI

Autor de livros como “Afirma Pereira” (1994), obra premiada e que foi adaptada ao cinema com Marcello Mastroianni no papel principal, e "Notturno Indiano" (1984), era também professor de Língua e Literatura Portuguesas na Universidade de Siena.
Um último livro de Tabucchi, "O Tempo Envelhece Depressa", será editado no próximo mês pela Dom Quixote.
Nascido em Pisa, em 1943, cresceu numa pequena povoação próxima daquela cidade. Filho de um comerciante de cavalos, estudou línguas e filosofia, antes de decidir viajar pela Europa. Em Paris, na Sorbonne, descobriu, traduzida para francês, uma colectânea de poemas de Fernando Pessoa (que incluía a "Tabacaria"), por cuja obra se apaixonou, decidindo estudar português para melhor compreender o poeta.
Tabuchi conhecia Portugal desde os 22 anos e considerava-o o seu "país de adopção". É autor de ensaios sobre o trabalho de Pessoa e, com a companheira, Maria José de Lencastre, traduziu e dirigiu a edição italiana dos textos do autor.
“Veio a Portugal no princípio dos anos 60, conheceu vários portugueses, entre os quais Alexandre O’Neill, de quem ficou muito amigo. A partir daí nunca mais perdeu de vista Portugal. Casou-se com uma portuguesa”, recordou Maria da Piedade Ferreira, a primeira editora de Antonio Tabucchi, então na Quetzal, e que recentemente voltou a trabalhar com o escritor na Dom Quixote.
O livro “Afirma Pereira", um romance político sobre um jornalista português em finais da década de 1930 que vivia alheado da ditadura salazarista, valeu-lhe dois prémios italianos – Via Reggio e Campiello – e o prémio internacional Jean Monet.
FONTE GOOGLE NOTÍCIAS
MORREU O POETA ITALIANO QUE AO OUVIR FALAR DE FERNANDO PESSOA,APAIXONOU SE PELA LÍNGUA PORTUGUESA.
sexta-feira, 23 de março de 2012
Água = a Vida
"Há muitas terras que se tornaram desertos por causa da falta de
água, mas também muitos desertos para onde foi canalizada água
e se transformaram em terras férteis! A água é a vida que
circula. Então, se vós mesmos quereis tornar-vos uma terra
fértil, deixai sempre correr a água, a vida. E não vos
preocupeis em saber que árvores irão crescer, florir e dar
frutos, nem que aves virão cantar nessas árvores.
água, mas também muitos desertos para onde foi canalizada água
e se transformaram em terras férteis! A água é a vida que
circula. Então, se vós mesmos quereis tornar-vos uma terra
fértil, deixai sempre correr a água, a vida. E não vos
preocupeis em saber que árvores irão crescer, florir e dar
frutos, nem que aves virão cantar nessas árvores.
quinta-feira, 22 de março de 2012
Como estamos
O que está a mudar Portugal é que se está a dar uma enorme deslocação de recursos entre classes e grupos sociais, uns ganhando, outros perdendo. Não é um processo unívoco, mas a sua dimensão deveria preocupar um Governo do PSD. Mas não só não o preocupa como está activamente a contribuir para que isso aconteça. E, se é verdade que todos perdem - e os milhões que os nossos "milionários" perderam e estão a perder são reais e vultuosos -, nem por isso todos estão a perder da mesma maneira e alguns vão poder "sair" da crise com muito mais poder e mais bens, logo, a prazo, com mais dinheiro. Pelo contrário, a destruição da classe média vai deixar a sociedade sem mecanismos de mobilidade social e sem dinâmica.
A ideia de que pode haver uma "democratização da economia", signifique lá isso o que significar, não tem nenhuma correspondência com a realidade. A destruição maciça de empresas, a entrega de participações, bens, recursos à banca, quer directamente, quer por via intermediária do fisco, acompanha o desemprego como meio de embaratecer o trabalho. Em complemento deste processo, e com ele associada, há uma enorme redistribuição de poder, resultado de uma brutal e rápida concentração de poder de decisão e de recursos nas mãos de um grupo cada vez mais pequeno de pessoas, que circulam numa elite que sempre foi muito fechada, mas que agora ainda o é mais. As redes interiores do poder, que circulam entre os grupos económicos, o poder político,
Só uma pequena parte da notícia.
Fonte:Público 17.3.2012
A ideia de que pode haver uma "democratização da economia", signifique lá isso o que significar, não tem nenhuma correspondência com a realidade. A destruição maciça de empresas, a entrega de participações, bens, recursos à banca, quer directamente, quer por via intermediária do fisco, acompanha o desemprego como meio de embaratecer o trabalho. Em complemento deste processo, e com ele associada, há uma enorme redistribuição de poder, resultado de uma brutal e rápida concentração de poder de decisão e de recursos nas mãos de um grupo cada vez mais pequeno de pessoas, que circulam numa elite que sempre foi muito fechada, mas que agora ainda o é mais. As redes interiores do poder, que circulam entre os grupos económicos, o poder político,
Só uma pequena parte da notícia.
Fonte:Público 17.3.2012
segunda-feira, 19 de março de 2012
DATA COMEMORATIVA DO DIA DO PAI
O Dia do Pai é uma celebração anual que visa homenagear os pais.
O Dia do Pai em Portugal é comemorado no dia 19 de Março. Celebra-se no dia de São José, santo popular da igreja católica. São José foi marido de Maria, mãe de Jesus Cristo.
A tradição manda que seja entregue uma prenda ao pai para homenagear o pai. As crianças costumam oferecer prendas simbólicas como trabalhos manuais, músicas e poemas que fazem na escola. A família costuma reunir-se, muitas vezes com pais, tios e avós presentes, de forma a homenagear os pais da família.
A celebração da data varia de país para país. Além de Portugal, também celebram o Dia do Pai no dia 19 de março Espanha, Itália, Andorra, Bolívia, Honduras e Liechstenstein.
FONTE:Net
O Dia do Pai em Portugal é comemorado no dia 19 de Março. Celebra-se no dia de São José, santo popular da igreja católica. São José foi marido de Maria, mãe de Jesus Cristo.
A tradição manda que seja entregue uma prenda ao pai para homenagear o pai. As crianças costumam oferecer prendas simbólicas como trabalhos manuais, músicas e poemas que fazem na escola. A família costuma reunir-se, muitas vezes com pais, tios e avós presentes, de forma a homenagear os pais da família.
A celebração da data varia de país para país. Além de Portugal, também celebram o Dia do Pai no dia 19 de março Espanha, Itália, Andorra, Bolívia, Honduras e Liechstenstein.
FONTE:Net
domingo, 18 de março de 2012
SANTANA LOPES PROGECTA CANDIDATURA A BELÉM
Política
Autor: Miguel Moreira | Leitores: 3873
Domingo, 18 Março 2012 13:04
O destino político de Santana Lopes está definido, segundo deixa perceber o próprio, em entrevista ao Expresso. Exercer funções autárquicas, como presidente da Câmara de Lisboa, é um cenário que nem se coloca – “Nem pouco mais ou menos”, diz o atual presidente da Santa Casa da Misericórdia –, que abre as portas de Belém, depois de andar 33 anos “a pregar sobre o que deve ser um Presidente da República”. Soares é a inspiração de Santana.
Pedro Santana Lopes, atual presidente da Santa Casa da Misericórdia, concedeu uma entrevista ao Expresso onde aborda o seu futuro político. A célebre expressão “eu vou andar por aí” mantém-se atual e Santana promete regressar. É garantido que não pretende ser candidato às autárquicas, tão garantido como a sua vontade de exercer o cargo de Presidente da República.
Nesta entrevista ao Expresso foi confrontado com a questão – sobre a sua vontade em residir em Belém – e Santana Lopes é esclarecedor sobre o desejo de ser autarca em Lisboa. “Não tenciono ser candidato nas eleições autárquicas”, afirma. E percebe-se que a Presidência da República é o seu projeto político.
“Tudo tem o seu tempo.Neste momento, está em curso o mandato de provedor da Santa Casa da Misericórdia”, diz o ex-primeiro-ministro. Santana Lopes revela ainda que está “cansado” de andar “desde os 22 anos” a “pregar sobre o que deve ser um Presidente da República”.
Defende que o chefe de Estado deve ser um “mobilizador de vontades”. E Santana Lopes vê um inspirador para o exercício deste cargo: “Mário Soares”.
Autor: Miguel Moreira | Leitores: 3873
Domingo, 18 Março 2012 13:04
O destino político de Santana Lopes está definido, segundo deixa perceber o próprio, em entrevista ao Expresso. Exercer funções autárquicas, como presidente da Câmara de Lisboa, é um cenário que nem se coloca – “Nem pouco mais ou menos”, diz o atual presidente da Santa Casa da Misericórdia –, que abre as portas de Belém, depois de andar 33 anos “a pregar sobre o que deve ser um Presidente da República”. Soares é a inspiração de Santana.
Pedro Santana Lopes, atual presidente da Santa Casa da Misericórdia, concedeu uma entrevista ao Expresso onde aborda o seu futuro político. A célebre expressão “eu vou andar por aí” mantém-se atual e Santana promete regressar. É garantido que não pretende ser candidato às autárquicas, tão garantido como a sua vontade de exercer o cargo de Presidente da República.
Nesta entrevista ao Expresso foi confrontado com a questão – sobre a sua vontade em residir em Belém – e Santana Lopes é esclarecedor sobre o desejo de ser autarca em Lisboa. “Não tenciono ser candidato nas eleições autárquicas”, afirma. E percebe-se que a Presidência da República é o seu projeto político.
“Tudo tem o seu tempo.Neste momento, está em curso o mandato de provedor da Santa Casa da Misericórdia”, diz o ex-primeiro-ministro. Santana Lopes revela ainda que está “cansado” de andar “desde os 22 anos” a “pregar sobre o que deve ser um Presidente da República”.
Defende que o chefe de Estado deve ser um “mobilizador de vontades”. E Santana Lopes vê um inspirador para o exercício deste cargo: “Mário Soares”.
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