quarta-feira, 9 de outubro de 2019

CONCÍLIO DE TRENTO


Concílio de Trento foi o concílio ecumênico mais longo da História da Igreja Católica. Foi também o concílio que "emitiu o maior número de decretos dogmáticos e reformas, e produziu os resultados mais benéficos", duradouros e profundos "sobre a fé e a disciplina da Igreja".[4]
Para opôr-se ao protestantismo, o concílio emitiu numerosos decretos disciplinares e especificou claramente as doutrinas católico‐romanas quanto à salvação, os sete sacramentos (como por exemplo, confirmou apresença de Cristo na Eucaristia), o Cânone de Trento (reafirmou como autêntica a Vulgata) e a Tradição, a doutrina da graça e do pecado original, a justificação, a liturgia e o valor e importância da Missa (unificou oritual da missa de rito romano, abolindo as variações locais, instituindo a chamada "Missa Tridentina"), ocelibato clerical, a hierarquia católica, o culto dos santos, das relíquias e das imagens, as indulgências e a natureza da Igreja. Regulou ainda as obrigações dos bispos.
Foram criados seminários nas dioceses como centros de formação sacerdotal e confirmou-se a superioridade do Papa

terça-feira, 28 de maio de 2019

D. Maria Adelaide de Bragança, Era Tia de D. Duarte de Bragança.


A princesa portuguesa que fez frente a Adolf Hitler.

"Dona Maria Adelaide de Bragança, uma desconhecida heroína portuguesa

Trabalhou como Enfermeira na Áustria.

Foi durante muito tempo a mais idosa princesa de Portugal.

Tia de Dom Duarte Pio, actual Duque de Bragança, era a última neta de D. Miguel.

Nasceu em 1912.

Durante a Segunda Guerra Mundial foi condenada à morte duas vezes.

A primeira condenação deveu-se a quando chefiava uma rede que tinha por missão fazer fugir pessoas procuradas, perseguidas ou condenadas pelos Nazis.

Desde paraquedistas aliados, espiões, judeus e outros.

Foi apanhada pelas SS e condenada à morte.

O governo de Sua Excelência o Senhor Professor Doutor António de Oliveira Salazar ao saber da noticia interveio imediatamente, afirmando que era cidadã portuguesa e após muita luta diplomática, conseguiu salvá-la.

A segunda condenação será ainda mais "heróica".

Novamente agente da resistência, tem por nome de código "Mafalda", fazia a ligação entre os Ingleses e o Conde Claus von Stauffenberg, líder do atentado falhado contra Hitler, a chamada operação Valquíria.

É apanhada, condenada à morte pela segunda vez mas desta feita é salva pelos soviéticos, após a vitória destes em Viena.

Voltou a Portugal em 1949 e por cá ficou. Faleceu em 2012.


terça-feira, 19 de março de 2019

Poesia

O poema / (…) / são palavras que caem, abatidas pela vida, / e que esperam por nós para se erguerem, / como se a música assim pudesse permanecer.” (Luís Filipe Castro Mendes.

“A grande poesia é aquela que, de repente nos oferece um mundo, no qual a vivência deste se altera em cores e dimensões não sonhadas. É a criação de um outro mundo que se acrescenta realmente ao nosso mundo visível. É isso e não os versos que são muito bonitos.” (Eduardo Lourenço, 

“A poesia é a linguagem segundo a qual deus escreveu o mundo.” (Valter Hugo Mãe. 

“A poesia nasce como os rios / e as pessoas / as avenidas / e o mar // Porque a poesia vive em tudo / e em tudo se confunde / com o sonho.” (Costa Andrade. 

sábado, 18 de agosto de 2018

HISTÓRIAS


Escrever uma história é o mesmo que entrar num templo para orar, não a um  Deus ou seu representante, mas sim à essência da natureza humana.
Somos filhos de histórias, alimentamo-nos delas a todo o momento, adormecemos sob o seu cantar e sonhamos com elas ao acordar.
O passado é a principal arca. Ficam guardadas na memória, escondidas nas gavetas do tempo, à espera de acordar. Quando acontece, misturam-se umas com as outras, correndo à procura do sol. Acordam estremunhadas e desejosas de voltarem a sentir os mesmos perfumes e emoções, adocicando as dolorosas e tristes e fantasiando as amorosas e doces. A memória tem essa propriedade.
Escrever uma história, e dá-la a ler, é como se fosse uma varinha mágica. Desperta de imediato recordações e vivências muito semelhantes. Emergem no coração do leitor, libertando as mais diversas sensações, forma muito pessoal de rezar. Uma história pode comparar-se ao bastão de Moisés, que fez brotar água na travessia do deserto, mata a sede, alivia o sofrimento, desperta o amor e brinca às escondidas com a esperança do novo dia.