quarta-feira, 9 de abril de 2014

ENFERMIDADE

A enfermidade é um conflito entre a personalidade e a alma. O resfriado escorre quando o corpo não chora. A dor de garganta entope quando não é possível comunicar as aflições. O estômago arde quando a solidão dói. O corpo engorda quando a insatisfação aperta. A dor de cabeça deprime quando as duvidas aumentam. O coração desiste quando o sentido da vida parece terminar. A alergia aparece quando o perfeccionismo fica intolerável. As unhas quebram quando as defesas ficam ameaçadas. O peito aperta quando o orgulho escraviza. A pressão sobe quando o medo aprisiona. As neuroses paralisam quando a “criança interna” tiraniza. A febre esquenta quando as defesas detonam as fronteiras da imunidade. Os joelhos doem quando o orgulho não se dobra. E as dores caladas? Como falam no nosso corpo? ------------- -----O caminho para a felicidade não é recto, existem curvas chamadas Equívocos, existem semáforos chamados Amigos, luzes de precaução chamadas Família, e ajudará muito ter no caminho uma peça de reposição chamada Decisão, um potente motor chamado Amor, um bom seguro chamado Determinação, abundante combustível chamado Paciência. Mas principalmente um maravilhoso Condutor chamado Inteligência.
FONTE:FACE BOOK

terça-feira, 1 de abril de 2014

EUROPA

“A crise que se vive na Europa e no mundo não é uma crise económica, nem uma crise de culturas, é antes uma crise do homem que, por um lado perdeu o sentido da sua própria dignidade e da dignidade dos outros e, por outro, usa a liberdade de tal maneira que gera novas opressões.” Papa Francisco - 2013

quinta-feira, 13 de março de 2014

NATUREZA

Por pertencermos ao grande ciclo da natureza,todos temos que morrer. E como a natureza nos deu um cérebro,mais complexo do que o dos animais,todos sabemos que vamos morrer,apesar de a medicina fazer recuar as fronteiras da morte. Esta certeza leva-nos a dar um sentido á nossa existência e a deixar vestígios da nossa passagem na terra. É por isso que pensamos,que criamos obras de Arte,inventamos e produzimos todo o tipo de coisas,transformamos o Mundo, conquistamos o Espaço e erigimos Túmulos para os nossos mortos.Se a cultura não nos permite modificar a nossa natureza de mortais,ela ajuda-nos a tomar CONSCIÊNCIA dela,a aceita-la e a ultrapassa-la. Fonte: do livro Os grandes opostos Jacques després

sexta-feira, 7 de fevereiro de 2014

COISAS QUE NÃO SE APRENDEM NAS ESCOLAS

10 coisas que não aprendi na escola:1) Que a inteligência é sobrevalorizada em detrimento doutros atributos como a curiosidade ou generosidade; 2) Que todos temos dentro de nós todo o saber (Sócrates), mas poucos se dão ao traba...lho de o explorar 3) Que o amor não existe, mas acontece 4) Que no essencial da nossa vida desperdiçamos um esforço tremendo em opções ridículas, sem impacto ou significado e fugimos da criação de escolhas verdadeiramente importantes para o nosso bem estar e felicidade; 5) Que tendemos a repetir, mimetizar os comportamentos dos outros, porque nos falta a coragem de seguirmos um caminho que seja o nosso, escorados nas escolhas da maioria 6) Que os livros são tão importantes na nossa aprendizagem e desenvolvimento como cheirar uma flor, olhar o mar, ou escrever uma linha de um texto sem sentido; 7) Que a vida acaba mesmo, embora a vivamos como se fossemos viver para sempre 8) Que a maldade pura não existe; que a bondade pura existe; que não há nada que seja completamente mau nem completamente bom 9) Que uma boa noite de sono nos matiza muitas extremidades; 10) Que é bom pecar e não fazer mal a ninguém, que Deus é fantástico e um grande companheiro; Fonte:MANUEL FORGÁS

sexta-feira, 31 de janeiro de 2014

NOVA ESCRAVATURA CIVILIZADA

UM OUTRO CONCEITO DE LIBERDADE INDIVIDUAL . 1. A Juventude Popular propôs numa moção ao Congresso do CDS a diminuição da escolaridade obrigatória do 12º ano para o 9º ano porque “a liberdade de aprender (…) é um direito fundamental de cada pessoa”. Cinco secretários de estado, que pertencem à distinta agremiação, subscreveram a moção, que exprime o direito inalienável à ignorância, como direito individual.(*) Isto escrito por membros de um partido que se diz “personalista”. Aliás há outras puras imbecilidades na moção, como seja a igualização do “autoritarismo do Estado Novo”, com “o autoritarismo do défice e da dívida”, uma “ideia” igualmente muito reveladora do que vai na cabeça dos candidatos a senhoritos do CDS, que, como se vê, nos governam. 2. Num processo de habituação e impregnação pelo veneno dos “argumentos” do poder a que vimos assistindo nos últimos anos, já não se reage a nada, nem sequer a perigosas enormidades, em que o próprio facto de terem sido enunciadas no âmbito do actual poder político já é de si muito preocupante. Há mais extremismo aqui do que no mais obscuro grupo anarquista ou maoista. 3. Vamos pois “explorar” a “ideia” da Juventude Popular e dos seus (nossos) secretários de estado. Comecemos pela “ideia” de que a escolaridade obrigatória até ao 12º ano, um requisito mínimo no actual débil mercado de trabalho, "limita a liberdade". Não custa perceber pela justificação que a mesma é valida para a educação obrigatória em geral. Ou seja, cada um, famílias e pessoas, são livres de escolherem o grau de escolaridade que pretendem ter, como se isto fosse de facto livre. Eu percebo-os, se precisam de marceneiros, trolhas, carpinteiros e electricistas, que dispêndio é terem que ter o 12º ano? Bastava a quarta classe, enquanto Harvard fica para a elite da elite. Aliás, educação e exigência, algumas vezes vão a par e por isso convém perceber que a educação é sempre perigosa para a “ordem social”. 4. Muito bem, mas vamos aprofundar o "conceito". Deixando de haver educação obrigatória, também não tem sentido impedir o trabalho infantil. De facto, que sentido tem a liberdade de não ir à escola sem a liberdade de se poder ir trabalhar? Os pais encontram nessa possibilidade uma maneira de combater as crises, colocando as suas filhas a gaspeadeiras com 14 anos e os rapazes nas obras aos 12. Para além disso, que adolescente gosta da escola? Por que razão não há-de ter a liberdade de ir berrar para uma claque de futebol em vez de ir para as aulas, ou de viver à custa dos pais até aos trinta anos? FONTE :BLG. P. PEREIRA Revista Sabado