terça-feira, 1 de abril de 2014

EUROPA

“A crise que se vive na Europa e no mundo não é uma crise económica, nem uma crise de culturas, é antes uma crise do homem que, por um lado perdeu o sentido da sua própria dignidade e da dignidade dos outros e, por outro, usa a liberdade de tal maneira que gera novas opressões.” Papa Francisco - 2013

quinta-feira, 13 de março de 2014

NATUREZA

Por pertencermos ao grande ciclo da natureza,todos temos que morrer. E como a natureza nos deu um cérebro,mais complexo do que o dos animais,todos sabemos que vamos morrer,apesar de a medicina fazer recuar as fronteiras da morte. Esta certeza leva-nos a dar um sentido á nossa existência e a deixar vestígios da nossa passagem na terra. É por isso que pensamos,que criamos obras de Arte,inventamos e produzimos todo o tipo de coisas,transformamos o Mundo, conquistamos o Espaço e erigimos Túmulos para os nossos mortos.Se a cultura não nos permite modificar a nossa natureza de mortais,ela ajuda-nos a tomar CONSCIÊNCIA dela,a aceita-la e a ultrapassa-la. Fonte: do livro Os grandes opostos Jacques després

sexta-feira, 7 de fevereiro de 2014

COISAS QUE NÃO SE APRENDEM NAS ESCOLAS

10 coisas que não aprendi na escola:1) Que a inteligência é sobrevalorizada em detrimento doutros atributos como a curiosidade ou generosidade; 2) Que todos temos dentro de nós todo o saber (Sócrates), mas poucos se dão ao traba...lho de o explorar 3) Que o amor não existe, mas acontece 4) Que no essencial da nossa vida desperdiçamos um esforço tremendo em opções ridículas, sem impacto ou significado e fugimos da criação de escolhas verdadeiramente importantes para o nosso bem estar e felicidade; 5) Que tendemos a repetir, mimetizar os comportamentos dos outros, porque nos falta a coragem de seguirmos um caminho que seja o nosso, escorados nas escolhas da maioria 6) Que os livros são tão importantes na nossa aprendizagem e desenvolvimento como cheirar uma flor, olhar o mar, ou escrever uma linha de um texto sem sentido; 7) Que a vida acaba mesmo, embora a vivamos como se fossemos viver para sempre 8) Que a maldade pura não existe; que a bondade pura existe; que não há nada que seja completamente mau nem completamente bom 9) Que uma boa noite de sono nos matiza muitas extremidades; 10) Que é bom pecar e não fazer mal a ninguém, que Deus é fantástico e um grande companheiro; Fonte:MANUEL FORGÁS

sexta-feira, 31 de janeiro de 2014

NOVA ESCRAVATURA CIVILIZADA

UM OUTRO CONCEITO DE LIBERDADE INDIVIDUAL . 1. A Juventude Popular propôs numa moção ao Congresso do CDS a diminuição da escolaridade obrigatória do 12º ano para o 9º ano porque “a liberdade de aprender (…) é um direito fundamental de cada pessoa”. Cinco secretários de estado, que pertencem à distinta agremiação, subscreveram a moção, que exprime o direito inalienável à ignorância, como direito individual.(*) Isto escrito por membros de um partido que se diz “personalista”. Aliás há outras puras imbecilidades na moção, como seja a igualização do “autoritarismo do Estado Novo”, com “o autoritarismo do défice e da dívida”, uma “ideia” igualmente muito reveladora do que vai na cabeça dos candidatos a senhoritos do CDS, que, como se vê, nos governam. 2. Num processo de habituação e impregnação pelo veneno dos “argumentos” do poder a que vimos assistindo nos últimos anos, já não se reage a nada, nem sequer a perigosas enormidades, em que o próprio facto de terem sido enunciadas no âmbito do actual poder político já é de si muito preocupante. Há mais extremismo aqui do que no mais obscuro grupo anarquista ou maoista. 3. Vamos pois “explorar” a “ideia” da Juventude Popular e dos seus (nossos) secretários de estado. Comecemos pela “ideia” de que a escolaridade obrigatória até ao 12º ano, um requisito mínimo no actual débil mercado de trabalho, "limita a liberdade". Não custa perceber pela justificação que a mesma é valida para a educação obrigatória em geral. Ou seja, cada um, famílias e pessoas, são livres de escolherem o grau de escolaridade que pretendem ter, como se isto fosse de facto livre. Eu percebo-os, se precisam de marceneiros, trolhas, carpinteiros e electricistas, que dispêndio é terem que ter o 12º ano? Bastava a quarta classe, enquanto Harvard fica para a elite da elite. Aliás, educação e exigência, algumas vezes vão a par e por isso convém perceber que a educação é sempre perigosa para a “ordem social”. 4. Muito bem, mas vamos aprofundar o "conceito". Deixando de haver educação obrigatória, também não tem sentido impedir o trabalho infantil. De facto, que sentido tem a liberdade de não ir à escola sem a liberdade de se poder ir trabalhar? Os pais encontram nessa possibilidade uma maneira de combater as crises, colocando as suas filhas a gaspeadeiras com 14 anos e os rapazes nas obras aos 12. Para além disso, que adolescente gosta da escola? Por que razão não há-de ter a liberdade de ir berrar para uma claque de futebol em vez de ir para as aulas, ou de viver à custa dos pais até aos trinta anos? FONTE :BLG. P. PEREIRA Revista Sabado

quinta-feira, 30 de janeiro de 2014

A DIVINA ELOQUÊNCIA DE JESUS

No livro Jesus, O Filho do Homem, Khalil Gibran fala de Assaf, um orador da cidade de Tiro, que teve a oportunidade de ouvir Jesus falando; Assim, Assaf, faz uma comparação entre a eloquência de Jesus e de outros oradores de seu tempo: "O que direi sobre suas palavras? Talvez houvesse alguma coisa em sua pessoa que desse poder às suas palavras e cativasse aqueles que o ouviam. Pois ele era atraente e o esplendor do dia iluminava seu semblante. Homens e mulheres e crianças fitavam-no mais do que ouviam seus argumentos. Em minha mocidade, eu ouvira os oradores de Roma e Atenas e de Alexandria. O jovem Nazareno era diferente de todos eles. Aqueles reuniam suas palavras com uma arte para cativar os ouvidos, mas quando Jesus falava nosso coração vagava por regiões nunca antes visitadas; ele levava os seus ouvintes para o mais profundo do seu ser. Oradores gregos e romanos falavam à mente. __O Nazareno falava ao coração.__ Nas palavras de Jesus havia um poder que não estava no domínio dos oradores de Atenas e de Roma". FONTE:Blg de Sanderson Moura