terça-feira, 20 de novembro de 2012

Recuperação Pós Parto

É preciso um ano para recuperar do parto É a conclusão de um estudo que aponta como irrealista a teoria de que bastam seis semanas para recuperar. É comum dizer-se que as mulheres levam cerca de seis semanas a recuperar do parto. Os médicos reiteram esta ideia e as celebridades que aparecem nas revistas, magras e produzidas poucas semanas após o parto, ajudam a reforçá-la. Julie Wray, da Universidade de Salford, no Reino Unido, decidiu estudar o assunto e afirma que esta expectativa não é realista. Segundo as suas conclusões, um ano é o período que a maioria das mulheres leva para recuperar completamente. A investigadora entrevistou um grupo de mulheres em três fases distintas do após o parto : passadas duas a três semanas, três meses e sete meses depois do nascimento do bebé. As mulheres entrevistadas consideram uma fantasia dizer que seis semanas são suficientes para recuperar do parto. Sentem-se frágeis e muitas vezes desacompanhadas, durante um período muito mais longo do que um mês e meio. E o facto de haver uma expectativa de que tudo volta ao normal mais cedo, torna-as, provavelmente, mais susceptíveis a sintomas depressivos. Porque as mulheres sentem que a recuperação física e emocioanal após o parto é mais demorada, os serviços de saúde deviam, na opinião da investigadora, prolongar o apoio que prestam nas primeiras semanas por mais algum tempo. Fonte Blog Maternidade

quinta-feira, 15 de novembro de 2012

AO ATRAVESSAR O TEMPO

Ao atravessar o tempo, e enfrentar os anos, não perca a leveza de sua
alma, e espalhe seu perfume de flores. Por onde passar, mesmo que não
permaneça, retenha em seu peito lembranças, sabores, singelos
momentos, inesquecíveis amores

quarta-feira, 14 de novembro de 2012

AMADEU SOUZA CARDOSO




Amadeo de Souza-Cardoso [1] (Manhufe, freguesia de Mancelos, Amarante, 14 de Novembro de 1887 – Espinho, 25 de Outubro de 1918) foi um pintor portugues. Pertencente à primeira geração de pintores modernistas portugueses [2], Amadeo de Souza-Cardoso destaca-se entre todos eles pela qualidade excecional da sua obra e pelo diálogo que estabeleceu com as vanguardas históricas do início do século XX. "O artista desenvolveu, entre Paris e Manhufe, a mais séria possibilidade de arte moderna em Portugal num diálogo internacional, intenso mas pouco conhecido, com os artistas do seu tempo" [3]. A sua pintura articula-se de modo aberto com movimentos como o cubismo o futurismo ou o expressionismo, atingindo em muitos momentos – e de modo sustentado na produção dos últimos anos –, um nível em tudo equiparável à produção de topo da arte internacional sua contemporânea.
A morte aos 30 anos de idade irá ditar o fim abrupto de uma obra pictórica em plena maturidade e de uma carreira internacional promissora mas ainda em fase de afirmação.

Fazia hoje 125 Anos

sexta-feira, 9 de novembro de 2012

O QUE É SER SÁBIO

É sábio quem sabe muito? Ou seja: basta reunir muitos conhecimentos no nosso cérebro para nos tornarmos sábios? E como se distingue o sábio do génio?
Num artigo de jornal, gostei da tentativa de explicação da psicóloga alemã Judith Glück. Na sua opinião, há duas características imprescindíveis numa pessoa que se quer sábia: o querer fazer o bem aos outros e a consciência de que não sabe tudo, mesmo quando sabe muito.
Podemos saber muito, ou seja, ter reunido muitos conhecimentos, mas, se não nos abrirmos à perspetiva do próximo, dificilmente seremos sábios. O mesmo acontece se não tivermos consciência de que há muita coisa na vida que não poderemos controlar, nem saber. Por isso, Judith Glück aconselha-nos a não perdermos a capacidade de nos questionarmos a nós próprios e tudo aquilo que nos rodeia, além de nos mantermos abertos às ideias dos outros.
É sábio quem sabe muito? Ou seja: basta reunir muitos conhecimentos no nosso cérebro para nos tornarmos sábios? E como se distingue o sábio do génio? Num artigo de jornal, gostei da tentativa de explicação da psicóloga alemã Judith Glück. Na sua opinião, há duas características imprescindíveis numa pessoa que se quer sábia: o querer fazer o bem aos outros e a consciência de que não sabe tudo, mesmo quando sabe muito.
Podemos saber muito, ou seja, ter reunido muitos conhecimentos, mas, se não nos abrirmos à perspetiva do próximo, dificilmente seremos sábios. O mesmo acontece se não tivermos consciência de que há muita coisa na vida que não poderemos controlar, nem saber. Por isso, Judith Glück aconselha-nos a não perdermos a capacidade de nos questionarmos a nós próprios e tudo aquilo que nos rodeia, além de nos mantermos abertos às ideias dos outros.



quarta-feira, 7 de novembro de 2012

OBAMA GANHOU ..2012

Hollande: Eleição de Obama é escolha de uma América solidária

O Presidente francês, François Hollande, felicitou esta quarta-feira Barack Obama pela sua reeleição como Presidente dos Estados Unidos, considerando tratar-se de "uma escolha clara" por "uma América aberta, solidária e plenamente comprometida

domingo, 4 de novembro de 2012

SOMOS UM PILAR

Somos um pilar. Forte e indestrutível. Sólido como uma rocha. Aguentamos tempestades, aturamos demências, consolamos tristezas, perdoamos ofensas e no final do dia sorrimos. Sorrimos porque nos habituámos a sorrir perante as adversidades. Sorrimos porque é a única forma de as vencer. Habituámo-nos a ser fortes. Habituámos os outros à nossa força. Porém um dia, sem razão aparente, não conseguimos sorrir. Não conseguimos ser fortes. Choramos por tudo e choramos por nada. As demências dos outros aborrecem-nos e as ofensas magoam-nos. Precisamos de um abraço. De um sorriso. De uma palavra de conforto e compreensão. Mas somos um pilar. Forte e indestrutível. Sólido como uma rocha. Somos culpados. Habituámos os outros à nossa força e nunca à nossa fraqueza. Lidamos com as fraquezas de todos e no entanto ninguém sabe lidar com as nossas. Desconhecem-nas. Esperam que sejamos fortes como sempre fomos. Que nos ergamos sozinhos. É o que fazemos. É no auge da nossa angústia que reconstruímos o nosso pilar. É no meio dos destroços que se ergue a nossa força. Precisamos dela. Para consolar quem não nos consola. Para compreender quem não nos compreende. Precisamos de continuar com a farsa em que todos acreditam. Incluindo nós...

FONTE:blog. Planicie de memória