segunda-feira, 12 de setembro de 2011

CELTAS ,SEGUIDORES DOS DRUÍDAS

Os Celtas
A natureza era a companhia do homem primitivo. Ela fornecia abrigo e alimento e, em retorno, a humanidade a reverenciava. As religiões primitivas louvavam as pedras e montanhas, os campos e florestas, os rios e oceanos.
A Voz da Floresta é uma ponte mítica entre o mundo dos deuses e o dos homens, entrelaçado com a veneração que os Celtas tinham pelas árvores.
Como uma representação do universo, as raízes das árvores habitam o solo, o conhecimento profundo da Terra. E o tronco une as raízes ao céu, trazendo este conhecimento à luz.
A Cultura Hallstatt foi a primeira das várias culturas existentes na Idade do Bronze. As regiões ocidentais desta cultura entre a França e a Alemanha do Este, já falavam a língua Celta. Por volta do ano 600 a.C., o grafólogo Grego Herodotus escreve sobre os Celtas colocando-os para além dos “Pilares de Hércules” (isto é, Espanha) e acima do Danúbio. O nome "Celta" surgiu da tribo dominante dos Halstatt, e tornou-se um conceito unificador para toda a cultura.
Segundo historiadores, a terra de origem dos Celtas era uma região da Áustria, perto do sul da Alemanha. Dali, os Celtas expandiram-se pela maior parte da Europa Continental e Britania. Na sua expansão os Celtas abrangeram áreas que vão desde a Espanha à Turquia.
Tomando posse de quase toda a Europa, os Celtas dividiram esse continente em três partes: a Central (teuts-land, q.s. terra de teut), a Ocidental (hôl-lan ou ghôl-lan, q.s. terra baixa) e a Oriental (pôl-land, q.s. terra alta); tudo o que estava a Norte dessas regiões denominavam de dâhn-mark (q.s. o limite das almas), que ía do Rio Don às Colunas de Hércules; aquele Don que os antigos franceses chamavam de Tanais e que era baliza para a ross-land (q.s. terra do cavalo = rússia).
Ainda em relação a este assunto, que obviamente liga os povos célticos, está a palavra ask, de onde a denominação geral asktan dada a vários povos (os mais interessados no assunto devem procurar a velha Gramática da Língua D'Oc); ora, entendia-se por Trasks os Asks orientais, por Tosks os Asks meridionais e por Vasks os Asks ocidentais - daí, toscanos, estruscos, vascos...
Os Celtas dominaram a Europa Central e Ocidental por milhares de anos. Mas só mais recentemente os Celtas influenciaram a Europa no seu desenvolvimento, a nível cultural, lingüístico e artístico. Os Celtas com grupo e raça, há muito que desapareceram, exceto na Irlanda e nas Terras Altas da Escócia.
Desde o domínio romano, instigado pelo catolicismo, as culturas druídica e celta foram alvos de severa e injusta repressão, que fez com que fossem apagados quaisquer tipos de informação a respeito delas embora que na historia de Roma conste que Júlio César reconhecia a coragem que os «druidas» e celtas tinham em enfrentar a morte em defesa de seus princípios.

domingo, 11 de setembro de 2011

FAMILIAS ENCONTRARAM-SE COM O PAPA

PAPA
Bento XVI realizou viagem de um dia a Ancona, perante dezenas de milhares de pessoas
D.R.Ancona, Itália, 11 set 2011 (Ecclesia) – Famílias, trabalhadores e padres católicos estiveram esta tarde com Bento XVI em vários encontros que marcaram o final da viagem do Papa a Ancona, para o encerramento do 25.º Congresso Eucarístico Nacional da Itália.
O Papa esteve menos de 12 horas nesta localidade costeira 300 quilómetros a nordeste de Roma, na qual celebrou uma missa para mais de 85 mil pessoas, lembrando as vítimas do 11 de setembro, bem como os efeitos do desemprego e da precariedade.
Ao almoço, Bento XVI encontrou-se com uma representação de operários em lay-off e um grupo de pobres acolhidos pela Caritas no Centro Pastoral de Colle Ameno.
“A Igreja está convosco, não vos esqueçais disso”, afirmou.
O presidente da Conferência Episcopal Italiana, cardeal Angelo Bagnasco, recebeu individualmente cada um dos trabalhadores.
Mais tarde, na catedral de São Ciríaco, Bento XVI teve um encontro com famílias das 72 paróquias da arquidiocese de Ancona e os sacerdotes locais, convidando todos a “testemunhar e tornar presente” o seu amor ao serviço da comunidade.
A família, salientou, é “lugar privilegiado de educação humana e cristã e permanece, por esta finalidade, a melhor aliada do ministério sacerdotal; ela é um dom precioso para a edificação da comunidade”.

sábado, 10 de setembro de 2011

Maria de Belém, Presidente do PS


moção de Seguro intitula-se "O Novo Ciclo - Para Cumprir Portugal" e a de Assis, candidato derrotado à liderança nas diretas de julho com 33 por cento do total dos votos, tem por título "A Força das Ideias".
A nova presidente do PS, Maria de Belém, prometeu no exercício do cargo usar a sua "magistratura moral" para promover a "unidade e coesão do partido".
"É chegada a hora de colocar todo o meu percurso de vida e o que eu sou em função da minha circunstância, a minha magistratura moral, como lhe chamam os estatutos do PS, na defesa da unidade e coesão do partido e no respeito pelos princípios e valores da sua declaração de princípios e do seu programa, tentando não desmerecer daqueles a quem sucedo", disse, numa intervenção que abriu o segundo dia de trabalhos do XVIII Congresso Nacional do PS, a decorrer em Braga.

Maria de Belém salientou contudo que, apesar de lhe caber parcialmente enquanto presidente, a tarefa da "unidade e coesão" dos socialistas "deve ser entendida como uma responsabilidade partilhada".
À chegada ao XVIII Congresso do PS, em Braga, Seguro foi insistentemente questionado sobre a falta de consenso para a apresentação de uma lista única à Comissão Nacional, que foi tentada nas últimas semanas entre o atual secretário-geral e o candidato derrotado nas diretas, Francisco Assis, facto que procurou desvalorizar.

sexta-feira, 9 de setembro de 2011

CONGRESSO DO P.S


Foi um discurso que procurou acima de tudo apontar as diferenças entre PS e Governo. E foram muitas e detalhadas. As críticas foram ainda mais. No arranque do congresso do PS, Seguro acusou Passos de “injustiça social, incumprimento eleitoral e insensibilidade social”.
António José Seguro abriu esta sexta-feira à noite o XVIII congresso do PS com um forte ataque ao Governo PSD-CDS. Centrando-se em apontar as diferenças políticas, ideológicas de forma e conteúdo entre o PS e o Executivo, que, segundo o líder socialista já deixou três marcas: “injustiça social, incumprimento eleitoral e insensibilidade social”.
Num longo discurso escrito, de cerca de 1h15, que leu através do teleponto, Seguro garantiu que não “passa cheques em branco ao Governo”, acentuando que o recente Documento de Estratégia Orçamental “é a derradeira prova de que o Governo tem uma agenda mais penalizadora para os portugueses que o próprio memorando” da troika.
E aqui lembrou “o imposto sobre o subsídio de Natal” criado pelo Governo, alertando que primeiro-ministro tinha prometido que não aumentaria os impostos e que tinha considerado “um disparate” um imposto obre o subsídio de Natal. “A isto chama-se não honrar os compromissos com os portugueses. Dar o dito por não dito”, acusou.
Afirmando que o Governo deixou de fora do imposto “os rendimentos do capital e as empresas com maiores lucros”, Seguro voltou a pedir o alargamento do imposto às empresas com lucros superiores a dois milhões de euros. “Assim podíamos aliviar a bolsa dos que menos têm.”
Noutro momento do seu discurso, avisou já o primeiro-ministro Passos Coelho que é contra a privatização da RTP e das Águas de Portugal.
“É evidente que temos um Governo e uma maioria que a pretexto do programa de ajuda externa quer levar por diante uma agenda ideológica de direita. A agenda mais radical que a direita já apresentou nas última décadas”.

domingo, 4 de setembro de 2011

HOJE NÃO QUERO PENSAR


Hoje só quero pensar em ser feliz. É o meu pequeno egoísmo. Ser feliz. Como sou. Porque só sendo feliz poderei continuar a ser quem sou e como sou.
Hoje não quero pensar em perder o que de melhor possa ter! Não! Não quero pensar, hoje, amanhã e sempre!

quinta-feira, 1 de setembro de 2011

ENCONTRO DE PASSOS COELHO COM MERKEL


Passos convidou investidores alemães a participar nas privatizações
"Os investidores alemães são muito bem-vindos no processo de privatizações em Portugal", afirmou o primeiro-ministro numa conferência de imprensa com Angela Merkel.
primeiro encontro entre Pedro Passos Coelho e Ângela Merkel desde que o primeiro-ministro português tomou posse, a chanceler alemã aplaudiu as medidas de austeridades anunciadas pelo governo português.
Já o primeiro-ministro Passos Coelho convidou os investidores alemães a participar no processo de privatizações.
"Transmiti os bons olhos com que vemos os investidores alemães neste processo de privatizações em Portugal", declarou o primeiro-ministro na conferência de imprensa conjunta com a chanceler alemã Angela Merkel.
Com uma agenda sobretudo bilateral, segundo fontes diplomáticas, no encontro entre a chanceler do país que mais contribui para os fundos de resgate europeus e o primeiro-ministro de um dos países resgatados não faltarão, no entanto, as grandes questões da nova arquitetura para o governo económico da zona euro.

A vertente bilateral e do governo da zona euro acabam também por se confundir, até porque se a exposição dos maiores bancos alemães à dívida soberana portuguesa é de 3,577 mil milhões de euros, segundo dados do banco central alemão e da Associação Europeia de Bancos, a exposição do Banco Central Europeu (BCE) a Portugal é de pelo menos 20 mil milhões de euros, segundo cálculos de analistas, e é à Alemanha, que tem a maioria do BCE, a quem cabe assumir a maior parte deste risco.

Quanto ao reforço dos mecanismos de governo da zona euro e às medidas de consolidação orçamental, Berlim e Lisboa andam a velocidades diferentes, desde logo no que toca aos limites constitucionais ao